terça-feira, 16 de dezembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
HINO DE GRANJA
LETRA : Pe. Osvaldo Carneiro Chaves
MÚSICA : Joaquim Carneiro Magalhães
MÚSICA : Joaquim Carneiro Magalhães
Quando o sol rasga a bruma d'alvorada
Descobre entre perfumes e verdores
Um berço de cortina aurinevada
Coberto por dossel de lindas cores:
É Granja que nas margens situada
Do Rio Coreaú, plena de amores
E de encantos, diz ser a Pátria amada,
Mãe querida que acalma nossa dores.
Terra de Lívio Barreto,
Rica terra abençoada:
Em teu seio é doce a vida,
Terna mãe Granja adorada.
Teu seio é para nós o de mãe pura,
Alenta-nos na dor e na amargura
E dá-nos o calor de ternos ninhos.
Sentimo-nos felizes berço amado,
Debaixo deste céu sempre azulado,
Coberto pelo véu de teus carinhos.
Granjenses, pela glória dio Brasil,
Lutar,lutar com fogo juvenil!
Descobre entre perfumes e verdores
Um berço de cortina aurinevada
Coberto por dossel de lindas cores:
É Granja que nas margens situada
Do Rio Coreaú, plena de amores
E de encantos, diz ser a Pátria amada,
Mãe querida que acalma nossa dores.
Terra de Lívio Barreto,
Rica terra abençoada:
Em teu seio é doce a vida,
Terna mãe Granja adorada.
Teu seio é para nós o de mãe pura,
Alenta-nos na dor e na amargura
E dá-nos o calor de ternos ninhos.
Sentimo-nos felizes berço amado,
Debaixo deste céu sempre azulado,
Coberto pelo véu de teus carinhos.
Granjenses, pela glória dio Brasil,
Lutar,lutar com fogo juvenil!
domingo, 26 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
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